Moradores de Paraisópolis cobram ação social além da presença da PM

Moradores da Favela de Paraisópolis estão divididos com a Operação Saturação que a Polícia Militar realiza na região desde segunda-feira (29). Alguns declaram apoio ao trabalho policial, mas outros dizem estar incomodados com a presença de homens da cavalaria e de carros da corporação nas ruas. Há quem questione a ausência de ações conjuntas na área de saneamento, saúde, habitação e iluminação.

Segundo o major Streifinger, da PM, 15 pessoas foram presas desde o começo da Operação Saturação. Foram apreendidos ainda 125 kg de maconha, 12 kg de cocaína, uma granada, 119 tubos de lança-perfume, nove armas e munições de fuzil e de outros calibres.

“Não será com ações pontuais como esta que os problemas de segurança e da violência em Paraisópolis e em São Paulo serão solucionados. O governo precisa estar presente constantemente. Aqui temos 5 mil crianças fora de creche, por exemplo. A comunidade precisa de ações concretas”, diz Gilson Rodrigues, presidente da União dos Moradores de Paraisópolis (UMP).

Leia matéria completa do G1 clicando aqui.

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