Deputado assaltado no Morumbi defende a Rota e o controle de natalidade

Agredido e roubado na terça-feira por uma quadrilha em sua casa no Morumbi, o deputado estadual Antonio Salim Curiati (PP), 83 anos, criticou a segurança pública, elogiou as Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), grupo de força tática da Polícia Militar, defendeu punições mais rigorosas aos crimes e o controle da natalidade. “A Dilma vem falar do Bolsa Família. Aí você agracia a comunidade carente, e eles começam a ter filhos à vontade. É preciso controlar a paternidade”, disse. As informações são do jornalFolha de S. Paulo.

“Na época em que o Paulo Maluf era governador, ele colocou a Rota na rua. E o povo aplaudia quando a Rota passava”, disse. Indicado pelo então governador Maluf, Curiati foi prefeito nomeado da capital paulista de 1982 a 1983, durante a ditadura militar. Além disso, o deputado é membro da Comissão de Segurança Pública da Assembleia, e pediu valorização dos policiais. “A segurança pública está um desastre”, disse, evitando criticar o governador Geraldo Alckmin (PSDB), de quem recebeu telefonema de solidariedade. Curiati citou países onde ladrões têm as mãos decepadas como punição, mas afirmou não apoiar a iniciativa. “Não sou tão radical assim.” Na terça-feira, quatro bandidos invadiram a casa do deputado, feriram-no com uma chave de fenda e deram um tapa e enfiaram um revólver na boca de sua mulher. “Foram muito violentos.” Fonte Terra

Anúncios

Um pensamento sobre “Deputado assaltado no Morumbi defende a Rota e o controle de natalidade

  1. Andrea maria disse:

    Acho o controle da natalidade e a paternidade responsável a base de toda a sociedade justa e que dê oportunidade a todos. Concordo com o deputado e defendo o direito dele expressar sua opinião.
    Não é mais possível que seja permitido por um Estado responsável a geração de crianças inocentes por pais e mães irresponsáveis, drogados, não cumpridores de seus deveres, ou seja, pessoas que não podem dar base e educação pois nunca a tiveram e sequer são capazes de cuidar de si.
    Quanto a estas, infelizmente, não há mais o que fazer, a não ser a letra dura da lei (e dura, sem desculpas), quem achar o contrário, que levem esses pais e mães irresponsáveis para sua casa e tente consertar.
    Quanto as crianças, essas sim, temos o dever como pessoas e Estado de não permitir que tenham que nascer de seres como os acima descritos, passando por sofrimento, privações e tendo como único refúgio a rua, onde todos já sabem o que lá se aprende.
    As crianças que infelizmente já estão nesssa triste situação, devem ser recolhidas pelo Estado a fim de que se possa recuperá-las, se assim for possível. Todos merecem uma chance.
    Vamos pensar como população, políticos, quais deveriam ser os critérios a serem adotados para o controle da natalidade e responsabilidade responsável?
    Eu particularmente, defendo medidas compulsórias (obrigatórias) para o controle da natalidade através da análise do papel exercido como pai e mãe dos responsáveis por menores infratores.
    Óbvio que essa análise deve ser feita criteriosamente, pois obviamente, também há pessoas bem criadas e educadas que acabam bandidos, drogados, homicidas, etc., portanto os critérios devem ser cuidadosos, mas analisados e tomadas as devidas providências. E aí Legislativo? Alguém compra esssa briga? Vamos formar uma comissão e aproveitar as mudanças a serem realizadas no Código Penal?
    Em países desenvolvidos, crianças e adolescentes que cometem crimes de adulto, são julgadas como adulto. Se há a capacidade para realizar, há de haver para aguentar suas consequências. Politicamente correto é proteger o cidadão de bem, contrariamente ao pregado, onde não se pode falar mal de nada, ninguém e todos os “desfavorecidos” são vítimas da sociedade (que lembro sou eu e você), que pagamos nossas contas, colégio particular, plano de saúde, IPTU, temos imóvel regular, taxas, impostos e lembro não
    recebemos bolsa família ou qualquer outro benefício por não darmos essas despesas ao governo.
    Moro no Morumbi, a região está pésima, não temos acesso ao nosso bairro pois Paraisópolis não tem ruas que a cortem, a não ser o famoso e proibido “descidão”, onde pessoas de juízo não passam, a alternativa é entrar pelo panmby e dar aquela volta enorme e sempre parada.
    Quanto ao policiamento, tenho profunda admiração pela polícia militar, mas eles não podem estar em todo lugar o tempo todo e a reclamação desses policiais é sempre a mesma “senhora, levo para a delegacia hoje, daqui a três dias está na rua”.
    Claro que o policiamento é necessário, mas vamos ser realistas e ver que o problema vai muito além. Precisamos de mudanças jurídicas muito sérias, que causarão discussões homéricas, principalmente as do “politicamente correto”, do direito de “crescer e multiplicar”,
    da caracterização da responsabilidade criminal dos pais nas transgreções dos filhos menores entre outras. Vamos começar a discutir para mudar e viver com tranquilidade pois isso também é direito e é politicamente correto.

    At.
    Andrea Maria

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s