Grupo invade prédio e leva carros no Morumbi, hoje

Um grupo de criminosos invadiu na manhã desta quarta-feira (22) o condomínio Edifício Panorama do Morumbi, localizado na Rua Crítios, número 226,  próximo à Padaria La Roma, de acordo com a Polícia Militar. Segundo as primeiras informações, oito pessoas participaram do assalto.

Um dos moradores disse que teve o veículo roubado pelo grupo. De acordo com a polícia, os criminosos levaram o computador que armazenava as imagens gravadas pelas câmeras do circuito interno. O grupo conseguiu fugir.
Um dos porteiros do edifício, disse que foi rendido pelos criminosos quando chegava para trabalhar, por volta das 6h50. “Um deles apontou a arma, disse para eu ficar deitado no chão, que não ia acontecer nada comigo”, contou ao G1. Os assaltantes já estavam dentro do condomínio, segundo o porteiro, e controlavam a entrada dos funcionários no prédio. Ele foi mantido na guarita por cerca de meia hora, até os criminosos irem embora.
“Eles estavam armados e eram muitos”, afirmou, acrescentando que os homens usavam máscaras. Um dos criminosos amarrou as mãos do porteiro para trás com uma fita. Segundo ele, outras pessoas foram mantidas na garagem do prédio. “Eles disseram para a gente ficar quieto que não ia acontecer nada”, afirmou outro funcionário, que também diz ter sido rendido quando chegou para trabalhar.
O porteiro contou que teve um relógio e o celular roubados. “Foi muito susto. A gente só acredita quando acontece”, afirmou. Os funcionários não souberam dizer como e qual o horário que os assaltantes entraram no condomínio. Ainda segundo eles, o prédio tem cercas, sistema de câmeras de monitoramento e até guarita blindada.
Até as 10h, os moradores ainda não tinham comparecido ao 89º Distrito Policial, no Portal do Morumbi, onde o caso será registrado, para relatar o que foi levado. As informações são do site G1.

Da Redação do Planeta Morumbi: a verdade é uma só! A violência no Morumbi atingiu níveis insuportáveis. Estamos, todos nós, à mercê dos bandidos. Resta-nos apenas, rezar.

Comentário do leitor Antonio Luiz Garcez: “Srs, concordo que a violência atingiu níveis insuportáveis e que estamos à mercê dos bandidos. Mas não é apenas no Morumbi, ifelizmente, é uma prática comum na cidade, no país! Só que não posso concordar que apenas nos resta rezar. Isso não!
É dever e obrigação da sociedade, e também dos meios de comunicação exigir uma ação firme do Estado/Governo.
Há poucos dias o presidente da República estava no bairro inaugurando a expansão de um dos hospitais de referência no país e no mundo, e simplesmente os veículos de comunicação fizeram a cobertura do evento. Juntos estavam presidente, governador e prefeito, além de tantas outras autoridades políticas. Por quê nada foi feito? Não digo bagunça, não sou contra atos que simplismente não geram efeito, como greves e protestos por protestos. Aprovo ações efetivas e mais inteligentes. Por exemplo, porque um veículo de comunicação e entidades que representam o bairro não promoveram no dia anterior uma coletiva de imprensa para apresentar publicamente os problemas que a comunidade não suporta mais e pede providências urgentes?
Por quê não promoveram um debate sobre o tema, discutindo soluções práticas e imediatas para serem tomadas, como por exemplo o bairro todo deixar de pagar o IPTU através de uma liminar ou ação pública contra a ineficiência dos serviços OBRIGATÓRIOS do Estado?
Talvez isso não seja legal, mas o que não podemos é ficar apenas rezando. Aliás, rezar é nossa obrigação para agradecer o que recebemos e pedir o que nos falta, e ultimamente, o que tem faltado a nós é sabedoria !!! Que Deus nos abençõe!

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3 pensamentos sobre “Grupo invade prédio e leva carros no Morumbi, hoje

  1. Antonio Luiz Garcez disse:

    Srs, concordo que a violência atingiu níveis insuportáveis e que estamos à mercê dos bandidos. Mas não é apenas no Morumbi, ifelizmente, é uma prática comum na cidade, no país!
    Só que não posso concordar que apenas nos resta rezar. Isso não!
    É dever e obrigação da sociedade, e também dos meios de comunicação exigir uma ação firme do Estado/Governo.
    Há poucos dias o presidente da República estava no bairro inaugurando a expansão de um dos hospitais de referência no país e no mundo, e simplesmente os veículos de comunicação fizeram a cobertura do evento. Juntos estavam presidente, governador e prefeito, além de tantas outras autoridades políticas. Por quê nada foi feito? Não digo bagunça, não sou contra atos que simplismente não geram efeito, como greves e protestos por protestos. Aprovo ações efetivas e mais inteligentes. Por exemplo, porque um veículo de comunicação e entidades que representam o bairro não promoveram no dia anterior uma coletiva de imprensa para apresentar publicamente os problemas que a comunidade não suporta mais e pede providências urgentes?
    Por quê não promoveram um debate sobre o tema, discutindo soluções práticas e imediatas para serem tomadas, como por exemplo o bairro todo deixar de pagar o IPTU através de uma liminar ou ação pública contra a ineficiência dos serviços OBRIGATÓRIOS do Estado?
    Talvez isso não seja legal, mas o que não podemos é ficar apenas rezando. Aliás, rezar é nossa obrigação para agradecer o que recebemos e pedir o que nos falta, e ultimamente, o que tem faltado a nós é sabedoria !!! Que Deus nos abençõe!

    • hfarina disse:

      Sr Antonio. Concordamos plenamente com suas palavras, mas não cabe à mídia ou à própria população mostrar para a Polícia ou às autoridades o que elas já sabem através de suas próprias estatísticas. O que falta, e muito, é atitude por parte de nossos governantes, especialmente quanto à segurança.

      • Antonio Luiz Garcez disse:

        Prezado Sr. Farina,

        Acredito que houve algum equivoco na interpretação de minhas palavras. Em nenhum momento disse que os veículos de comunicação ou a população devem mostrar para a Polícia ou às autoridades o que eles já sabem, ou ao menos deveriam saber. O que disse foi que é obrigação do cidadão e dos veículos de comunicação fiscalizarem, cobrarem e exigirem respostas enérgicas e eficientes dos governantes, autoridades e da própria polícia.
        Não podemos ficar simplesmente parados, esperando a atitude por parte de nossos governantes, especialmente quanto à segurança.
        Se não agirmos organizados, coletivamente e continuarmos aceitando passivos a tudo o que vem ocorrendo, aí sim deixamos de ser cidadão, passando a ser reféns de nossa própria omissão.
        A banalização da violência precisa ser combatida com URGÊNCIA. Não podemos aceitar nossas casas serem invadidas e nossos pertences subtraídos, não podemos assistir passivamente vizinhos, amigos, empregados e entes queridos serem agredidos, violentados sexualmente aos nossos olhos e ficarmos indiferentes, e para nos conformamos achar que “chegou a nossa vez” pois isso ocorre com todo mundo, não podemos concordar que um pai, uma mãe sejam baleados ao sair ou entrar em suas residências, e ao invés de gritar, exigir justiça, ou no mínimo uma punição ao infrator, ficarmos julgando que aquela pessoa “vacilou”, cometeu falhas de segurança, deu motivos para ser assaltado, etc, etc.
        É sobre isso que alerto, e que reitero a importância e o papel dos veículos de comunicação e de nós cidadãos.
        Pelo descrédito das autoridades, da polícia e dos governantes deixamos de agir há muitos anos na causa dos problemas e ficamos apenas olhando e discutindo soluções pertinentes às consequencias. Enquanto estivermos preocupados em colocar dois, três, quatro portões para criar a sensação de segurança, nada mudará.
        Precisamos é ter coragem de enfrentar o problema abertamente, não sermos hipócritas e fingir que ações como a de mais um portão, câmeras, cercas elétricas, seguranças armados, etc irão nos proteger, resolvendo a questão.
        Vamos cobrar, vamos gritar, vamos exigir dos governantes e autoridades.
        Ao promover, por exemplo, um debate com moradores, comerciantes e associações de bairro, certamente o veículo de comunicação estaria exercendo seu papel social, não só de informar, mas o de colocar a opinião das fontes de determinada questão frente a frente, expondo
        as falhas de governantes e autoridades para que numa próxima eleição as pessoas lembrem se vale realmente votar nele.
        Aqui cabe inclusive uma outra sugestão: Por que o Planeta Morumbi não cria em seu site, ou até mesmo na Revista Impressa uma seção sobre os homens públicos que representam o bairro? ou até mesmo o município? Seria uma ótima oportunidade para os moradores do bairro e da própria cidade conhecerem melhor sobre o trabalho de cada um deles exerce pela comunidade (ou se somente em benefício póprio), o que auxiliaria a todos nós no processo eleitoral, pois o cidadão votaria com mais conciência. Lembo que é apenas uma sugestão, mas certamente seria um rico e brilhante exercício dentro do papel informativo do veículo de comunicação.

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